Moedogarve: QUINZE ANOS A CRESCER – DO ALGARVE PARA O MUNDO

Moedogarve  – Comercio e Exploração e Assistência técnica de máquinas de Venda Automática, distribuidores oficiais das marcas Bianchi (Máquina de Vending); Lavazza Espresso Point e Lavazza BLUE (Sistemas de Café em capsulas para empresas e casas) Jofemar (Máquinas de Vending) TAM (Máquinas Automáticas de Pipocas), com sede em Faro, completou, em maio,  15 anos de Idade. O grupo trabalha em todo o Algarve e Alentejo, expande-se para o resto do país e prepara a sua internacionalização, na Europa e PALOP´s.

Carlos Barras (1º.esqª) e Luís Elói, mais do que dois sócios, dois amigos que, apesar da falta dos anunciados apoios ao empreendedorismo jovem, internacionalizam a sua empresa – do Algarve para o Mundo

O grupo é ainda constituído pela Barlacafés – Comércio de Café. Multigourmet – Fabrica de Pastelaria e Doçaria – para Catering e Vending. Divida Zero: Execução e Recuperação de Dívidas, Mediação de Seguros em todo o Algarve e Baixo Alentejo.

Todas as empresas possuem Carlos Barras e Luis Eloi como sócios, sendo que a Multigourmet conta com um 3º sócio (Paulo Gaspar) com mais de 18 anos de experiencia na área, assim como a Dívida Zero com mais 2 sócios (Cláudio Gonçalves – com elevada experiencia na área de mediação de seguros) e (Miguel Morgado – advogado que empresta o know-how para a área de execuções).

Após a festa do 15º. aniversário do grupo Moedogarve, o nosso jornal esteve à conversa com os dois principais protagonistas de um grupo empresarial algarvio, com sede em Faro, em franca expansão, nacional e internacional. Carlos Barras e Luís Elói explicaram-nos os segredos do sucesso – amizade e empreendedorismo – bem como as suas esperanças e “projetos de internacionalização que garantirão o futuro do grupo”.    

Carlos Barras

Algarve Press – Quinze anos depois, como analiza a situação das empresas, algarvias e nacionais?

Carlos Barras – Está cada vez mais difícil. Desde há três anos está cada vez mais complicado. A banca não acompanha as ideias das empresas e os fornecedores estão descapitalizados. Existe menos mercado e cada vez menos locais para recorrermos em termos financeiros.

A.P. – Apesar de todas as dificuldades sabemos que o grupo Moedogarve não baixa os braços e tem projetos de expansão, no país e estrangeiro. Quais?

C.B. – É verdade, estamos a criar bases para cimentar o nosso futuro e fazer frente, especialmente, ás empresas espanholas do género. Pretendemos implementar a internacionalização das empresas do grupo , na Europa e países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP´s).

A.P –  Em tempo de tantas dificuldades não será arrojado em demazia?

C.B. – Pelo contrário, entendemos que a internacionalização do grupo é um balão de oxigénio a curto prazo.

A.P. – Estão a aproveitar os anúncios do Governo de apoios ao Empreendedorismo jovem?

 C.B. –  Existe vontade mas a ligação com as empresas não se faz da melhor forma. Falta um gabinete de apoio para o empresário empreender e criar mais postos de trabalho. É tudo muito complicado, o Governo cria incentivos mas eles não nos chegam.  15 anos depois temos de construir o futuro dia a dia, mas prevejo um futuro com muitas dificuldades.

                                 Carlos e Elói integram uma grande equipa 

 A.P. – O Grupo está a inovar e marcar posição com a distribuição, no resto do país, de doces e produtos alimentares em máquinas de vending.

C.B. – Para já, o grupo, composto pela Multigourmet, Moedogarve, Barla Cafés e Dívida Zero, avançou com esse fabrico e distribuição, desde o Patacão para as máquinas de vending em todo o país.

A.P. – Volvidos 15 anos, hoje, quando a maioria das sociedades se desfazem, voltaria a fazer sociedade com o Eloi?

C.B. – Sem dúvida. O relacionamento com o Eloi é espetacular e as outras parcerias completam o nosso grupo empresarial na perfeição. As dificuldades só nos dão mais força para implementar ideias de reforço do grupo no país e estrangeiro”, disse.

Luís Elói

Algarve Press – Hoje, perante todas as dificuldades que se colocam ás empresas, voltava a entrar nesta sociedade?

 L.E. – Hoje voltava a fazer a sociedade com o Carlos, mas seria capaz de alterar algumas coisas. Se quisermos, fazer o mesmo mas de forma diferente.

Por exemplo, na passagem do Escudo para o Euro, em janeiro de 2002, teria feito a aposta que hoje estamos a fazer algo tardiamente. Já chegámos a Coimbra, queremos chegar ás ilhas e atingir a internacionalização, teríamos avançado em 2002. Agora é mais difícil mas não impossível.

A aposta nos PALOP´s pode ser o futuro do grupo. Só conseguimos fazer a expansão em grupo.

A.P. – Mas Faro é a cidade ideal para um grupo como a Moedogarve?

L.E. – Estamos numa cidade que não nos dá condições para juntar o grupo. Não existe uma zona industrial, situação que nos obrigou a gastar 300 mil euros nestas instalações, sem condições para juntar todo o grupo. Mesmo assim não paramos e tudo faremos para que o nosso grupo tenha um futuro sustentável”, concluiu.

Além da grande variedade em maquinas de café, com o respetivo da melhor qualidade, a doçaria e produtos alimentares distribuídos pelo país em máquinas de vending são mais um sucesso do grupo Moedogarve

Manuel Luís – t

Osores, Reinalgon e Manuel Luís – f

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