FESTA DA MÃE SOBERANA: EM HONRA DA NOSSA SENHORA DA PIEDADE

FESTA DA MÃE SOBERANA: MILHARES DE PEREGRINOS ESPERADOS EM LOULÉ PARA CELEBRAÇÕES EM HONRA DA NOSSA SENHORA DA PIEDADE

É já no próximo domingo, 22 de abril, que Loulé revive a mais importante celebração religiosa a Sul do Santuário de Fátima. É a Festa Grande da Mãe Soberana que, ano após ano, atrai a Loulé milhares de fiéis que vêm prestar homenagem à padroeira da cidade, a Nossa Senhora da Piedade.

Depois de no Domingo de Páscoa a imagem da Santa ter descido da sua ermida até à Igreja de S. Francisco, o momento que se avizinha corresponde ao regresso da Padroeira à sua casa.

Depois de quinze dias de celebrações, a Festa Grande tem início com a homenagem do Clube Hípico de Loulé à Nossa Senhora da Piedade, no Largo de S. Francisco, no sábado, dia 21, pelas 22h15.

Já no domingo, pelas 10h00, após a celebração da Eucaristia na Igreja de São Francisco, a Imagem da Nossa Senhora da Piedade sai em Procissão para o Largo do Monumento Engº Duarte Pacheco. É neste local que o Bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, preside à celebração Solene da Eucaristia, pelas 16h00. Segue-se o momento de consagração à Nossa Senhora e início da Grande Procissão, que percorrerá as principais ruas da cidade, acompanhada pela Banda Filarmónica Artistas de Minerva.

Já no Largo de S. Francisco, pelas 18h00, tem início o momento da subida para a Santuário. Neste quadro destacam-se os oito Homens do Andor que carregam a imagem da Mãe Soberana, e que sobem o íngreme cerro, num ritmo acelerado, acompanhados pela música dos Artistas de Minerva, e com a população a exibir-se em manifestações diversas mas verdadeiramente sentidas. São também os crentes quem, numa extraordinária manifestação de fé, aliam toda a sua esforça espiritual ao esforço gigantesco dos Homens do Andor na escalada do caminho que dá acesso ao altar da Nossa Senhora da Piedade, com vivas à Nossa Senhora, em passo vivo e na cadência musicada dos homens da banda, e que vão “empurrando”, no calor da fé e calçada acima, o pesado andor da padroeira.

Este cenário imenso da religiosidade louletana, de características tão locais como únicas, só pode ser sentido na alma de cada crente, quando vivido. Uma vivência feita de fervor religioso e de testemunho cristão, cuja explicação reside unicamente na essência dogmática da própria fé.

Recorde-se que as festividades da Mãe Soberana constituem uma tradição que data do século XVI. Nos tempos atuais, esta celebração constitui também um cartaz turístico do Algarve, em particular do Concelho de Loulé.

fontes: CML – t

Mira – f

 

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