Antonieta Guerreiro publica: “Em nome das pessoas” e “É preciso estar preso para ser livre”

Para a social-democrata Antonieta Guerreiro “é chegado o momento de fazer um balanço do que foram os meus anos de vida adulta e de vida pública”, por isso vai publicar dois livros a que deu o nome de “Em nome das pessoas” e “É preciso estar preso para ser livre”.

           Antonieta Guerreiro (1ªesqª) entre os seus pares políticos

“Em nome das pessoas”, em formato A4, com mais de 300 páginas e mais de uma centena de fotografias, segundo a ex-deputada do PSD, pretende “apresentar uma parte substancial do trabalho que realizei ao longo de 18 meses de actividade parlamentar onde se incluem os relatórios produzidos, as 4 Newsletters, as notas imprensas (pessoais e referentes ao Movimento das Mulheres Social Democratas), as intervenções e as declarações de voto sobre matérias que a todos os algarvios dizem respeito; todos os artigos de opinião publicados nos órgãos de comunicação social ao longo de 8 anos e uma singela homenagem ao Padre Júlio Tropa Mendes, num somatório de 12 anos de intervenção pública e política”.

Assim, “numa altura em que o mundo está em mudança e que por isso os valores, as ideologias, a ética, o trabalho em defesa dos eleitores e dos contribuintes estão na ordem do dia”, numa obra prefaciada pelo Professor Mendo de Castro Henriques, a mulher social-democrata reúne “mais de 30 testemunhos de personalidades de vários quadrantes políticos”, como sejam: António Couto dos Santos, Artur Rêgo, Defensor de Moura, Evelina Madeira, Jamila Madeira, João Amado, Luís Fagundez Duarte, Mendes Bota, Miguel Freitas, Miranda Calha, Nuno Inácio, Virgílio Machado e José Manuel de Matos Rosa, entre outros.

Sobre  “É preciso estar preso para ser livre”, em formato A5 com cerca de 70 páginas, Antonieta Guerreiro afirma: “É um livro complementar ao outro que agora também se publica. Nesta obra apresento-lhe alguns poemas, fotos de alguns quadros (uns da minha autoria outros oferecidos), passagens dos Manuscritos do Mar Morto e algumas reflexões sobre o mundo que nos rodeia, terminando o livro com um conto “Intemporal””.

Prefaciado por Nuno Inácio, “esta é, globalmente, uma obra mais intimista mas também reveladora da pessoa que está presa a valores, a ideologias, a projectos, aos outros e que por isso consegue o apoio e a força necessária para viver em liberdade”. acrescenta.

Importa referir que parte do valor da venda do livro “Em nome das pessoas” reverte a favor da “ASPORI” Associação Portuguesa de Ictiose.

A apresentação pública destas obras terá lugar no final de Abril em Albufeira e será anunciada oportunamente.

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