Algarve Press – SEIS ANOS A FAZER JORNALISMO INDEPENDENTE E DE PROXIMIDADE!


 Primeira Capa de Algarve Press, apresentado há seis anos no emblemático Mercado Municipal de Olhão

Jornal regional independente – Algarve Press (AP), na hora da passagem do seu 6º aniversário, fundado propositadamente na semana do aniversário do lutador Nelson Mandela e da Concentração Internacional de Motos de Faro, quer saudar efusivamente os colaboradores e muito milhares de leitores. Aos colaboradores, pela pela sua força na luta diária em publicar a “notícia” regional bilingue, escrita, fotografada e televisionada (nesta área até fomos o 1ºs na região – hoje seguidos também por outros títulos a nível nacional).

Macário Correia, então presidente da AMAL – Associação de Municípios do Algarve e da CM de Tavira, esteve presente na cerimónia
Para milhares de leitores cibernautas, que permanecem fiéis desde o primeiro dia de publicação do AP, igualmente por nos ajudaram e continuam a ajudar na melhoria da informação, com opiniões, mais ou menos críticas, conduzindo o nosso trabalho na senda da informação independente!

Francisco Leal, presidente da CM de Olhão, apadrinhou o aparecimento de um jornal – “de Olhão para o Mundo” , apesar de saber que estava sedeado na Andaluzia
A verdadeira informação vinga sempre!

Enquanto director do Algarve Press sinto-me muito contente por ver chegar o seu 6º aniversário, já que temos conseguido vencer muitos “ventos” e “marés”, tudo porque continuamos a não querer vergar, recusando que nos metam “na ordem”.

A região toda representada com a presença de Horácio Carvalho (2º. drtª), então adjunto do Governo Civil de Faro, e Custódio Santos (1º.esqª) presidente da Associação de Moradores dos Hangares – Ria Formosa, bem como do comandante distrital da PSP à época (ao fundo camisa listada). Nem um dos decanos do jornalismo algarvio – colaborador do Algarve Press desde a 1ª hora, Marcelino Viegas (à esqª de Macário Correia) faltou ao momento. 
Por muitas e variadas razões, a primeira será ver calada a voz dos “velhos do Restelo”, que por ai abundavam, algumas (até oriundas da classe) anunciando o fim deste jornal regional e independente, primeiro impresso e depois, por razões económicas que a todos afectam, on line em vários sítios na net, logo após escassos meses de vida… Ultrapassar os 10 milhões de cliks nas páginas, só em um ano, não é para todos!

Entre as várias dezenas de presentes, destaque para o amigo e saudoso Herculano Valente (1º na foto), então director do jornal O Olhanense, clube que também não faltou à cerimónia com a presença do seu presidente, Carlos Nóbrega (de vermelho), ao centro na foto.
Depois a pura e declarada inveja por ser o primeiro bilingue algarvio, fundado na Andalucia, a publicar em castelhano! Os cães ladram mas a caravana passa – diz o Povo!, sempre com razão.
Para além dos problemas do dia-a-dia na manutenção da notícia com tantas frentes, nem a falta de publicidade, motivada pela tristemente famigerada crise, nos fizeram parar até agora!

O adjunto do Governo Civil deu as boas vindas ao Algarve Press, igualmente na presença do comandante da Zona Marítima do Sul à época (centro da foto)
Além da nossa força e entrega, não posso esquecer ainda outro dos grandes culpados pelo sucesso, manutenção e crescimento editorial do Algarve Press. Vico Melo, jovem empresário e produtor da Switch, que desde o início do AP não nos tem faltado com a amizade e competência profissional, também da sua equipa de excelentes profissionais.
É ainda hora de agradecer ás entidades, publicas e privadas, locais – regionais e nacionais, a colaboração e respeito que nos têm dedicado. Um tratamento que continuará a ser mútuo, sempre com a noção do espaço… que cada um deve ocupar.

E as promessas (para cumprir), há seis anos como hoje, ficaram bem vincadas…
Apesar da crise, muito mais de valores que nos foram ensinados do que financeira, o momento é de alegria pelo 6º. aniversário do Alagrve Press, cientes que continuaremos sempre a pugnar pela notícia independente, mesmo sabendo que, por assim continuarmos, não nos continuarão a faltar perseguições e invejas. Como sempre, a minha resposta é que desejo e peço a Deus em triplo o que nos desejarem, a mim e ao Algarve Press, claro!
Manuel Luís

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